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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2026
Cientista brasileira desenvolve tratamento que faz paraplégicos voltarem a andar
Entenda como funciona a polilaminina, a substância produzida em universidade pública
Após quase três décadas de dedicação à ciência, a cientista Tatiana Sampaio lidera um marco para a medicina brasileira: a criação da polilaminina. Essa substância inovadora atua diretamente no sistema nervoso, estimulando a reconexão de neurônios que sofreram lesões na medula espinhal.
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Resultados iniciais da pesquisa
Embora o tratamento ainda esteja em fase experimental, os primeiros testes em humanos trouxeram dados surpreendentes. Pacientes com quadros graves de tetraplegia apresentaram:
Recuperação da sensibilidade em áreas antes sem resposta;
Retomada de movimentos considerados impossíveis pela medicina tradicional;
Melhora significativa na qualidade de vida e autonomia.
Consequentemente, esses avanços consolidam o Brasil como um protagonista nas discussões internacionais sobre regeneração neural. A comunidade científica observa o projeto com otimismo, uma vez que ele desafia prognósticos antes definitivos.
Próximos passos
Apesar do entusiasmo, o tratamento ainda precisa percorrer um caminho rigoroso. Além disso, a disponibilização em larga escala depende do cumprimento de etapas regulatórias essenciais para garantir a segurança e eficácia total do método.
“A pesquisa representa uma nova perspectiva para milhares de pessoas que convivem com lesões medulares”, destaca o relatório do estudo, reforçando o impacto social da inovação.
Ciência pública em foco
Por fim, o sucesso da polilaminina evidencia o papel estratégico das universidades públicas brasileiras. O projeto não apenas amplia o horizonte da medicina regenerativa, mas prova que o investimento em pesquisa básica e aplicada é o motor para soluções que transformam vidas.
GNews
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